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Hilde Camargo

Hilde sobre livros, lágrimas e tinta...



FRASE DA SEMANA:

@}-- @}-- @}-- "Escrevemos o que tentamos entender." Hilde Camargo @}-- @}-- @}--

DAY BY DAY

DAY BY DAY

(APEARENCES NEVER SAVE US, WE JUST BE WHAT WE HAVE TO BE)

I never said I am strong;
I never said I am the best;
I never said I am the killer.
I never act as heroine.
I just be what I have to be;
I exactly do what I have to do.
I just be, I just do!
And to be, simply, or, do,
Anybody, has to be strong, the best, the killer and heroic.
In some way, anyway, on the possible.
But, I always say I love you;
I always be with you till the end;
I always do and give my best, every day.
Anyway, as possible, I am, each day, day by day!!

Admin · 7 vistos · 0 comentários
01 Dez 2011

DAY BY DAY

DAY BY DAY

(APEARENCES NEVER SAVE US, WE JUST BE WHAT WE HAVE TO BE)

I never said I am strong;
I never said I am the best;
I never said I am the killer.
I never act as heroine.
I just be what I have to be;
I exactly do what I have to do.
I just be, I just do!
And to be, simply, or, do,
Anybody, has to be strong, the best, the killer and heroic.
In some way, anyway, on the possible.
But, I always say I love you;
I always be with you till the end;
I always do and give my best, every day.
Anyway, as possible, I am, each day, day by day!!

Admin · 3 vistos · 0 comentários
01 Dez 2011

MÁSCARAS

 É tão triste a vindita de "aconselhar" o próximo quando por si mesmo você não soube ter do objeto de seu amor aquilo que podia; e tão degradante dar ouvidos a alguém que nem soube obter aquilo que é oferecido, de graça, a você; que, a única sanidade possível é a de espalhar todo esse rancor e ódio por onde quer que se pise, em quer quer se pise.
Admin · 45 vistos · 0 comentários
26 Ago 2011

DA SOLIDÃO

 


DA SOLIDÃO



 



 



   A ilha é só porque suas bordas não tocam mais sua matéria, encontram uma outra, estranha à sua carne, a água. Matéria também, mas em diferente composição.



   Toda solidão é ilha em oceano cuja toada de suas ondas vibra outra matéria, outro assunto, outra visão.



   As solidões são diversas umas das outras dentro do peito de cada ser que pulsa em torno da Terra. Cada peito pulsa um sentido para a vida, e este quase sempre não é o mesmo de um para outro ser.



   E o incompreendido se faz ilha. Porque ele sabe tanto e... dom... domina tanto sua matéria que os outros, que são de outras, não o entendem, não o compreendem. E o que era bom no princípio da diversidade, pelo excesso, torna-se veneno, pois a diferença é tamanha que já se tornaram estranhos sem uma base comum, sem um primórdio, sem uma essência, sem um princípio que os mantenha unidos. E é aí que a solidão se faz tristeza no peito.



   Pois, de que vale saber tanto e ser tanto e ter tamanho domínio em matéria desconhecida ao oceano prestes a engolir, indiferente, toda essa jóia arduamente esculpida entre suas vagas?



   A diversidade é agradabilíssima quando dosada. Mas é dor quando ultrapassa o ponto em que corta sua base e se desconecta do todo. Desintegra-se.



   Tudo que é diferente, para sobreviver (e ser prazer), deve ser feito da base comum a todos aumentada (andares acima ou abaixo) com seu diferencial, sua virtude. Sem perder a base que a mantém ligada e inteligível ao todo.



Quando o diferente perde a base e passa a ser só diferente, deixa de existir para o todo, e esse oceano engole aquele desconhecido e o desfaz novamente no todo.



   E este desmonte, esta dispersão, este desfazimento rumo ao todo já não é mais solidão, é agonia, é a desintegração daquele algo que (sem base) não faz mais sentido, não se explica mais diante do voraz todo.



   Longe de você ser pretensioso e querer tomar o lugar de alguém! Mas, é que somente quando calçamos os sapatos do outro é que poderemos imaginar onde, como e quanto sente seus calos. Não é a questão de tomar ou não tomar o seu lugar, mas de se conhecer o básico para poder entendê-lo, para valorizar tudo o que é. Dando a ele apenas aquela solidão saudável, aquela doce melancolia onde define seus umbrais; mas sem abandoná-lo em completa agonia; sem encará-lo como uma aberração, incompreensível, intratável.



 



Hilde Camargo – 14/08/2011.


Admin · 58 vistos · 0 comentários
14 Ago 2011

PRESTE ATENÇÃO



   Quando, às vezes, olhar os campos floridos, choupanas, cabanas, vida rústica e animais pastando mansos não passar de poesia barata, não passar de coisa excêntrica; enquanto tudo isso não for normal, não for cotidiano; enquanto for cena, apenas, luxo, charme; sua suposta normalidade nunca passou de teatro apenas.
    Se você não limpa seus excrementos quando ninguém vê, mas pros outros diz querer vida no campo e fazendas, você não passa de mentira apenas, mentira.
Admin · 28 vistos · 0 comentários
11 Ago 2011

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